Publicado por: comerciodelenha | 12/02/2009

Nota introdutória

O tipo de lenha que se utiliza também é importante. Um cuidado a ter é o de nunca utilizar lenha verde. Liberta mais fumo, cheiros desagradáveis, provoca a acumulação de creosoto em demasia e liberta resina. Esta acumula-se na chaminé e, como se sabe, é extremamente combustível.

A lenha seca de azinho, sobreiro, oliveira ou carvalho é a mais recomendada. A lenha de pinho pode também ser utilizada mas arde muito mais depressa. A lenha de figueira, essa arde ainda mais depressa que a de pinho.

Publicado por: comerciodelenha | 12/02/2009

Cuidados

Cuidados com as lareiras e salamandras

Prevenir, diz o ditado, é melhor que remediar. Com as lareiras, fogões de sala e salamandras há que observar algumas regras, ou normas de conduta.

A colocação da chaminé da lareira ou da salamandra, e respectivas condutas, são dos elementos mais importantes para o seu bom funcionamento. Se a conduta for estreita, estrangula a saída de fumos e estes serão reenviados para a sala. Se a chaminé estiver próxima de um elemento mais alto (casa ou árvore), poderá também provocar a reentrada de fumo.

Ao acender uma lareira, os gases e fumos que sobem pela chaminé deixam nas paredes uma substância cristalizada chamada creosoto. Com a utilização frequente da lareira, essa substância altamente combustível acumula-se, criando o ambiente ideal para um incêndio na chaminé. A melhor forma de evitar qualquer risco é proceder a uma limpeza anual da chaminé. Apesar de, em Portugal, as seguradoras ainda não o exigirem, é comum na Europa, a norte dos Pirenéus, só fazerem seguro para casas com lareira (ou só o renovarem) mediante certificado de limpeza anual da chaminé.

Uma empresa de limpa-chaminés poderá cobrar entre 30 e 50 euros para efectuar esse serviço. Não esqueça que reparar uma chaminé de lareira por motivo de incêndio custará decerto muito mais, especialmente se a chaminé passar por uma divisão superior da casa.

Também poderá encarregar-se pessoalmente da limpeza. As firmas vendedoras de lareiras costumam vender os acessórios necessários. Um escovilhão de limpeza com os respectivos cabos ronda os 50 euros.

No caso das salamandras e dos recuperadores, nunca se deve apagar o fogo com água sob pena de fissurar o ferro fundido. No caso de serem de chapa de aço, utilizar água para apagar o fogo leva a que se criem pontos de ferrugem e um envelhecimento precoce dos materiais.

Publicado por: comerciodelenha | 01/03/2009

Abeto

Modo de emprego: Acendimento, luz.

Calor: Médio

Fumo: Muito

Brasas: Fracas, estalam e largam fagulhas

Acendimento: Fácil

Dureza: Macia (resinosa)

Consumo: Rápido


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Publicado por: comerciodelenha | 01/03/2009

Bétula

Árvore da família das Betuláceas, com ramificação alta e com os ramos e raminhos erectos e tronco de casca branca.

Modo de emprego: Acendimento, luz.

Calor: Muito forte

Fumo: Pouco

Brasas: Boas brasas, chamas claras e vivas

Acendimento: Fácil, a casca é uma óptima acendalha

Dureza: Macia

Consumo: Rápido


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Publicado por: comerciodelenha | 01/03/2009

Àlamo

Modo de emprego: Acendimento, luz.

Calor: Forte

Fumo: Pouco

Brasas: Médias, com chamas vivas

Acendimento: Fácil

Dureza: Macia

Consumo: Rápido


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Publicado por: comerciodelenha | 01/03/2009

Robínia

Nome de diversas árvores da família das Leguminosas, que atingem grandes alturas, sendo muito vulgar em Portugal a Robínia pseudoacacia, usada com ornamental.

Modo de emprego: Cozinha, aquecimento.

Calor: Médio

Fumo: Pouco

Brasas: Médias, estalam com o calor

Acendimento: Difícil

Dureza: Dura

Consumo: Médio


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Publicado por: comerciodelenha | 12/02/2009

Azinho

A azinheira (Quercus ilex spp rotundifolia) é uma angiospérmica dicotiledónea, também denominada uma folhosa. Pertence à ordem das Fagales, família das Fagáceas, género Quercus, sendo a espécie Quercus ilex e subespécie rotundifolia.

É uma árvore de porte médio, com uma copa ampla e uma altura média de 15 – 20 m. Pode atingir, em casos extremos, os 25 m de altura. O tronco tem uma casca acinzentada ou parda. As folhas são persistentes, de cor verde-escura, brilhantes nas faces superiores e com indumento esbranquiçado nas inferiores. Têm uma forma ovada e lanceolada, com margem inteira ou muito ligeiramente serrada. O fruto da azinheira é a bolota, que tem uma forma oval, possuindo geralmente pedúnculo.

Existe em todo o nosso país, espontaneamente, semeada ou plantada, adquirindo uma maior importância no interior alentejano. Aí forma povoamentos denominados montados de azinho, onde as azinheiras existem quase sempre em consociação com uma cultura agrícola ou pastagem. Encontram-se também em povoamentos mistos com sobreiro.

A madeira é muito dura e compacta, resistente ao polimento, não sendo muito utilizada. É, no entanto, um óptimo combustível para lume, sendo muito utilizada nas lareiras.



Modo de emprego: Cozinha, aquecimento.

Calor: Muito forte

Fumo: Nenhum

Brasas: Muito boas brasas, vivas

Acendimento: Difícil

Dureza: Dura

Consumo: Lento


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Publicado por: comerciodelenha | 12/02/2009

carvalho-português

O Carvalho-português, também conhecido como Carvalho-cerquinho, é uma espécie do género Quercus, com porte mediano, muito ramificado, com copa ampla, folhas dentadas na margem e mais claras na página inferior.

Vários nomes científicos têm sido atribuídos ao Carvalho-português em diversos estudos botânicos, mas o mais consagrado designa-o como uma subespécie de Quercus faginea – Quercus faginea Lam. ssp. broteroi, de entre as três subespécies consideradas na Península Ibérica (as outras duas são Quercus faginea Lam. ssp. faginea e Quercus faginea Lam. ssp. alpestris).

O Carvalho-português é predominante na Estremadura, parte do Ribatejo até ao Noroeste do Tejo, e até ao rio Mondego, aparecendo ainda como dominante em algumas zonas da faixa litoral entre o rio Sado e o Algarve e em certas zonas da bacia do Douro.
O Distrito de Leiria é o que apresenta mais área ainda ocupada pelo Carvalho-português, e onde se encontram os melhores povoamentos na base da serra de Alvaiázere, especialmente na vertente leste.


Os concelhos onde ainda se pode observar povoamentos (que ocupam mais de 2 ha) de Carvalho-português são:

- Distrito de Coimbra: Condeixa, Montemor, Penela, Soure

- Distrito de Leiria: Alcobaça, Alvaiázere, Ancião, Batalha, Pombal, Porto de Mós

- Lisboa: Alenquer, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço

- Santarém: Tomar, Santarém



Modo de emprego: Cozinha, aquecimento.

Calor: Muito forte

Fumo: Nenhum

Brasas: Muito boas brasas

Acendimento: Difícil

Dureza: Dura

Consumo: Lento


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Publicado por: comerciodelenha | 12/02/2009

Bordo

A Bordo pertence à família Aceraceae, género Acer, espécie Acer pseudoplatanus. O bordo-pseudoplátano Acer pseudoplatanus é uma árvore de grande porte que pode atingir os 30 m de altura. A sua copa é ampla com ramos abertos de casca lisa e de cor grisalha.

O bordo-pseudoplátano é uma folhosa que ocorre em áreas cujo solo seja profundo e fresco. Assim, a sua presença indica a existência de condições edáficas com uma boa capacidade de suporte para espécies que, como esta, são exigentes e intolerantes a limitações de água ou nutrientes.


A sua resistência ao fogo é superior comparativamente à das resinosas como o pinheiro-bravo, por exemplo.

Modo de emprego: Cozinha, aquecimento.

Calor: Médio

Fumo: Nenhum

Brasas: Boas, mas lançam fagulhas

Acendimento: Médio

Dureza: Macia

Consumo: Lento


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Publicado por: comerciodelenha | 12/02/2009

Freixo

O Freixo-comum (Fraxinus angustifolia) é uma angiospérmica dicotiledónea, da família das Oleáceas, a mesma família a que pertencem a oliveira, ou o ligustro, a que pertencem igualmente muitas outras árvores do género Fraxinus.

É uma árvore de porte médio que pode atingir cerca de 25 metros de altura e folha caduca. O porte é frondoso, com uma silhueta aberta e irregular com poucas ramificações secundárias, com um tronco espesso formando uma copa ovóide, frondosa. A casca é lisa, cinzenta clara, que greta profundamente e escurece ao envelhecer. Os lançamentos são nodosos e lisos nos gomos que são cónicos e escuros.

Curiosidades

O Freixo mais famoso do país foi um exemplar existente em Trancoso (derrubado em 1941) que no final do século passado era indicado como o maior da Europa e, segundo uma lenda foi à sua sombra que D. Dinis e o seu séquito aguardou a chegada de D. Isabel de Aragão.


O Freixo produz uma madeira de muito boa qualidade por ser elástica e dura, usada em mobiliário, utensílios de madeira, skis, escadas, etc.



Modo de emprego: Cozinha, aquecimento, luz.

Calor: Forte

Fumo: Médio

Brasas: Boas chamas, luminosas

Acendimento: Difícil

Dureza: Dura

Consumo: Lento


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Publicado por: comerciodelenha | 12/02/2009

Faia

A Faia (Fagus sylvatica) é uma angiospérmica dicotiledónea, da família das Fagáceas, a mesma família a que pertencem os carvalhos e o castanheiro, pertencente ao género Fagus.

É uma árvore de grandes dimensões que pode atingir mais de 40 metros de altura e folha caduca. O porte é geralmente imponente, com um tronco espesso que ramifica a uma altura elevada (muitas vezes acima de metade da árvore) formando uma copa espessa ovóide, ligeiramente alongada. A casca é lisa, raramente fendilhada, mas que se vai tornando áspera com a idade, de côr acinzentada, mas quando jovem de côr pardo-amarelada, com gomos muito pequenos e pontiagudos.

A Faia ocorre por toda a Europa, sobretudo na Europa do Norte e Central e nalgumas zonas do sudoeste europeu, numa faixa entre os 40 e 60 º de latitude Norte.

Curiosidades

A Faia é usada para alguns trabalhos de marcenaria pela sua madeira de textura fina e homogénea e coloração muito clara, ligeiramente rosada, utilizada para parquets, soalhos, travessas de caminho de ferro, etc.


O poder calorífico da sua madeira é igualmente bastante bom e superior ao do carvalho.

Modo de emprego: Cozinha, aquecimento.

Calor: Forte

Fumo: Pouco

Brasas: Boas, muito vivas

Acendimento: Difícil

Dureza: Dura e muito dura

Consumo: Lento


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